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sábado, 4 de outubro de 2025

O prometido "Largo Fernando Barão" tornou-se realidade


Depois do "Largo Fernando Barão" ter sido anunciado para Cacilhas, num lugar bastante feliz (no "Largo do Bombeiros Voluntários de Cacilhas"... e esta escolha ter ficado sem efeito por discordância da Associação Humanitária), foi possível descobrir um novo espaço, em Almada.

Curiosamente, encontrou-se outro "Largo dos Bombeiros Voluntários" (pelo nome podiam ser todos, os homenageados, mas a referência histórica eram  os "heróis" de Almada...), ali mesmo ao lado do Largo Luís de Camões, onde ficam os Paços do Concelho e começa a Rua Capitão Leitão.

E realmente, também estão por ali, marcos da história de Fernando Barão, um dos grandes associativistas almadenses do século XX.



O Fernando fez parte de um executivo camarário no começo dos anos setenta do século passado, foi dirigente da Incrível e seu benemérito, durante anos, e foi também um bom Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Almada, que fica logo ali, depois da esquina.

E ontem, a meio da tarde, foi descerrada a placa, "Largo Fernando Barão", para contentamento dos familiares mais próximos e de todos os amigos que não quiseram perder, mais esta oportunidade, de homenagear o nosso "Barão de Cacilhas".

(Fotografias de Luís Eme - Almada)


terça-feira, 19 de novembro de 2024

Poemas com Dedicatória (quatro)

 



Barão de Além Tejo
 
Barão é muito mais que um apelido
Que veio do Sul, de Além Tejo,
É um nome que tem feito história
Distante de títulos e brasões
Graças à sua excelente memória
Que dá luz e vida à língua de Camões
Enchendo de orgulho a gente do povo
Porque a sua verdadeira nobreza
É a do homem livre, sempre novo,
Sem manias e hábitos de grandeza.
 
Cacilhense de origem e paixão
Nunca escondeu a alma de renascentista,
Sempre quis fazer o que lhe apeteceu,
Sem se atemorizar com a perfeição.
A poesia das suas palavras e do seu olhar
Nunca foram um estorvo
À sua arte única de contar
Uma boa história ou anedota.
Ainda hoje, sente uma grande alegria
Quando consegue despertar uma sonora risota... 

Luís Milheiro

(Fotografia de Elsa Carvalho)


sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Poemas com Dedicatória (três)

 



O Fernando Barão
 
 
O Fernando é o Barão que eu vejo
Fotografando, cedo, as cenas do campismo
E escrevendo histórias novas junto ao Tejo,
Recordando Cacilhas no Mar do Humanismo…
 
Na moldura antiga com o seu farol!
Associado em tudo, sempre solidário
Nos movimentos humanos, de sol-a-sol,
Dá sempre o seu melhor esforço humanitário!
 
Oferecendo, magnânimo, as suas canseiras,
Bafejado, é certo, p`lo talento dos eleitos.
Articula histórias únicas e verdadeiras!
 
Recorta e congemina lendas virtuais.
Ãnda a escrever de Cacilhas os seus feitos:
Odes, contos, sonetos e quadras imortais!
 
 Aníbal Sequeira

(Fotografia de Luís Eme)


terça-feira, 12 de novembro de 2024

Poemas com Dedicatória (dois)

 


O magnifico
 
Fernando Miranda Barão
Escolheram o nome e te baptizaram
Real Barão nascido em Cacilhas
Nome que os teus amigos tem no coração
A vida que solidarizas e não empecilhas
Nesse abraço de muita fraternidade.
Dos amigos de amizade,
Os teus são até à eternidade
 
Mil anos de vida te desejo
Impossível, nem metusalem!!!
Realidade única, mas dos que tens, chegares mais alem
Amigo, gostaria, porque te quero bem,
Não sejam poucos ,mas mais de cem.
Dádiva preciosa dum beijo.
A todos amigos um festejo de alegria
 
Barão amigo, eu bem queria
A tua amizade da beira do Tejo
Raras virtualidades do anci-
Ão que todos nós vimos em ti:
O mais personalizado e magnifico que já vi
 

         Abrantes Raposo

(Fotografia do Arquivo Histórico da SCALA) 


sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Poemas com Dedicatória (um)



Um Homem

Um homem que altura tem?
Como se mede a sua dimensão?
Será que é o metro que convém
Quando se quer medir um coração?
 
A medida dum homem não existe,
Um homem não cabe nas medidas,
Um homem é aquilo que persiste
E vive numa vida muitas vidas.
 
Um homem, se o é, é vertical,
É forte e fraco, é meigo e duro,
Corajoso no medo, tímido e frontal,
Céptico e crente, humilde mas seguro,
 
Amigo sem prazo ou condição,
Louco e lúcido, frio e apaixonado,
Consciente do erro ou da razão,
E à honestidade agrilhoado.
 
Pássaro livre que voa em qualquer céu,
Bruta fera em defesa dos caídos
Que mil vezes morreu e renasceu
Nos caminhos achados e perdidos.
 
E mesmo quando fica a sós consigo
Não há ditaduras que o domem…
É por isso que te digo meu amigo:
Tens a medida certa, és um homem!
 
Nogueira Pardal


Nota: Houve vários amigos que escreveram poemas dedicados a Fernando Barão, em mais uma homenagem que lhe foi feita no seio da SCALA, na passagem do seu 85.º aniversário, que iremos publicar por aqui, neste Novembro, que ainda é pouco invernoso...


(Fotografia de Gena Souza) 


sábado, 12 de outubro de 2024

O que se diz e o que fica por dizer (o improviso é isso)...


Provavelmente devia esperar por amanhã, para falar de hoje.

Sabia que a sala iria estar cheia, mas não estava à espera que aparecessem mais de cem pessoas ao lançamento do livro que escrevi com Fernando Barão, numa das homenagens com mais sentido, na comemoração do centenário do seu nascimento (isto aconteceu graças ao homenageado e não ao autor da obra...).

Tinha pensado não levar nenhum papel escrito. Mas acabei por levar umas notas. Claro que durante a minha intervenção falei sempre de improviso e afastei-me algumas vezes do livro e quase sempre das notas, porque a minha convivência associativa e cultural com este amigo, levou-me a divagar aqui e ali.

Embora não me tenha esquecido de nada de muito relevante, sei que poderia ter feito referência a uma ou outra pessoa (nem sequer agradeci as palavras do Henrique e da Edite, que apresentaram a obra...). Chamaram-me a atenção para um destes "esquecimentos" na mesa (do Luís, que fez uma leitura crítica mais importante que a própria revisão do livro).

Nos outros não sei, mas em mim é natural estes esquecimentos. Tento falar apenas do essencial. Isso fez com que posteriormente ficasse com a sensação, de não ter falado tanto quanto devia da minha relação com o Fernando, até por estarmos quase sempre de acordo nas questões ligadas à cultura e ao associativismo. Algo que acontecia de uma forma natural, e aberta, sem usarmos qualquer tipo de subterfugio.

Embora pense que isso está bem espelhado neste nosso livro.  

Poderia ter falado também do Henrique (pai), do Orlando e do Carlos Guilherme, tão importantes também na minha caminhada cultural e associativa por Almada. Podia, mas não era o mais relevante.

Relevante foi ter na primeira fila dois amigos, cuja idade somada, está a aproximar-se a passos largos dos 190 anos, e não lhes agradecer de forma devida, a amizade, o companheirismo e a tolerância (que faz deles dois dos melhores seres humanos que tive a oportunidade de conhecer nesta Cidade, que praticou durante tantos anos a solidariedade, enquanto acto cívico e não "arranjo floral" de discursos.

Mas tanto um como o outro sabem o que penso deles. E que bom que é continuar a ter amigos como o Chico (que abriu a sessão com uma bela anedota do Fernando...) e Diamantino, "vivinhos da silva", que o que precisavam mesmo era de "uns joelhos novos" (tal como acontecia com o Fernando, o que ele mais se queixava era dos joelhos)...

Mas a vida é isto. Quando falamos de improviso, há coisas que dizemos, que "estavam fora do programa", e muitas outras, que ficam por dizer...

Nota: Texto publicado inicialmente no "Largo da Memória".

(Fotografia de Elsa Carvalho - Cacilhas)


terça-feira, 8 de outubro de 2024

"Fernando Barão: (Quase) Tudo o Que Vivi"


O livro, "Fernando Barão: Quase Tudo o Que Vivi", que será apresentado no próximo sábado, da autoria de Luís Alves Milheiro, é o resultado de várias conversas entre estes dois amigos, que aconteceram na Verdizela, nos anos de 2018 e 2019. 

Conversas que depois foram complementadas por duas entrevistas anteriores (uma delas publicada no boletim "O Scala"), por artigos publicados na imprensa local, em boletins associativos e ainda algumas das histórias pessoais, presentes nos seus livros.

Isto aconteceu porque apesar de ter ainda uma boa memória aos 94 e 95 anos, surgiam sempre algumas dúvidas, nas viagens que fazia pelo passado, pela história das suas colectividades, e claro, da sua vida. Era o próprio Fernando, que sugeria a consulta dum ou outro livro. Ou a conversa com uma ou outra pessoa, que também tivesse sido "actor", num ou outro acontecimento.

(Fotografia tirada em 2019, meses antes de nos deixar, durante uma das últimas entrevistas...)


quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Recordar as "Tertúlias" em Setembro...


E estamos em Setembro...

Normalmente era o mês do regresso às actividades culturais no seio da SCALA.

Quando organizávamos as "Tertúlias do Dragão", havia sempre alguma expectativa e muita vontade de nos voltarmos a encontrar e conviver, sempre com a cultura à nossa mesa.

O Fernando além de ter sido o "pai" das "Tertúlias", também deu um forte contributo para o memorável ambiente familiar que se viveu durante mais de uma década no primeiro andar do Café "Dragão Vermelho".

Os convidados eram importantes, mas ainda mais importantes éramos, nós, que fazíamos parte da "família tertuliana".

Desta vez não vou falar em nomes. Falo apenas do Fernando e da Isabel.

(Fotografia de Tito Banza)


segunda-feira, 24 de junho de 2024

Felizmente o futebol não fez "sombra" à inauguração da exposição sobre Fernando Barão na SCALA


Apesar da nossa Selecção jogar a meio da tarde de sábado, com a equipa da Turquia, para o Campeonato da Europa, houve vários amigos que se deslocaram à Sede/ Galeria da Scala, a exposição biográfica, "Uma Pequena Viagem ao Mundo de Fernando Barão", organizada por Luís Milheiro, esteve longe de estar às moscas.

              
 
Todos sabemos que o futebol não pode competir com o futebol, mas a hora que ditava o início de cada uma das iniciativas, fez com que todos ficassem a ganhar.

                        

Foi bom ver o semblante de satisfação de todos aqueles que reviveram por alguns momentos, a história de vida do nosso "Barão de Cacilhas".

(Fotografias de Luís Eme - Almada)

 

sexta-feira, 10 de maio de 2024

Fernando Barão: Ginasista de Corpo Inteiro


Por Maio ser o mês do aniversário do Ginásio Clube do Sul, vamos falar de desporto e desta colectividade tão especial para as gentes de Cacilhas e para Fernando Barão, que ali deu os seus primeiros passos como atleta e também como dirigente.

Como atleta o Fernando fez ginástica desportiva e também atletismo. Na ginástica fez parte das classes do prof. Eduardo Cunha. No atletismo fez provas de velocidade e saltos (embora nunca fosse muito assíduo aos treinos...), treinado pelo seu grande amigo, Henrique Mota.

(Fotografia do Arquivo da Família)


domingo, 17 de março de 2024

«A Festa foi boa, Fernando»


«A festa de ontem, foi boa, Fernando, na nossa Incrível.

Deves ter gostado de tudo.  Do pequeno documentário realizado pelo teu neto, Pedro, que além de muitas imagens com história, tem o testemunho de vários amigos e também dos teus familiares mais próximos. Claro que há um testemunho que sobressai sobre todos os outros, o da tua filha Fátima, por ser provavelmente quem melhor te conhece e também quem mais te ama, de entre todos nós, que estamos no lado de cá.

Por isso o seu testemunho teve muita informação, alguma mais pessoal, mas o que mais se salientou, foi o amor filial e o enorme orgulho de ser tua filha (e da Isabel, que esteve presente a teu lado, como sempre...), porque tu foste mesmo grande, a altura que constava no bilhete de identidade estava errada... Podias muito bem ser jogador de basquete, e dos bons.

Depois seguiu-se um pequeno concerto da Banda da Incrível, que como de costume, respira talento e juventude. E como tu gostavas de música e de filarmónicas. Não foi por acaso que foste um dos bons beneméritos deste agrupamento musical associativo, que nos anda a dar música há três séculos. Ias sentir-te orgulhoso desta homenagem de uma das muitas casas colectivas que amavas e onde deixaste a tua marca, como dirigente e como associado.

A festa podia ter acabado aqui, mas ainda havia a parte mais formal, com os discursos dos elementos da Comissão de Honra, que foram intervalados pela leitura de alguns poemas. 

Discursaram: Fernando Dias (o teu genro leu um testemunho de teu amigo Diamantino), Luís Milheiro, Henrique Costa Mota, Artur Vaz, Alexandre M. Flores, Rui Raposo (O Farol), Beatriz Ferreira (Ginásio Clube do Sul), Carlos Pinto (Bombeiros Voluntários de Cacilhas), Luís Ramos (Clube de Campismo de Almada), Fernando Viana (Incrível Almadense), Joaquim Barbosa (Santa Casa da Misericórdia), António Matos (Vereador do Município) Maria de Assis (União de Juntas de Almada), Ivan Gonçalves (Assembleia Municipal de Almada) e Ana Catarina Mendes (Ministra do Governo Socialista ainda em funções)

Declamaram poemas: Maria Gertrudes Novais, Fátima Dias Barão, António Boeiro (e outro senhor, que não fixámos o nome...).

Para a sessão acabar com "chave de ouro", vimos e ouvimos uma mensagem da Presidente da Câmara de Almada,  Inês Medeiros, que estava ausente do País, para ti.

E o mais importante, estava na plateia e nas galerias, muitos amigos que não quiseram perder esta oportunidade de te recordar e abraçar. Gratos pelo teu companheirismo, pela tua amizade e alegria, sempre contagiante.»

Nota: Crónica escrita em jeito de carta, para Fernando Barão, um amigo inesquecível, que como já perceberam, fez cem anos em Janeiro, e que iremos homenagear e festejar, até pelo menos, ao mês de Janeiro de 2025. Publicada primeiramente no "Casario do Ginjal".

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


sábado, 2 de março de 2024

"Fernando Barão: o elemento com mais importância e peso na SCALA"


«Nunca tivemos medo das palavras, e sempre estivemos atentos ao que nos rodeava. É por isso que dizemos, sem qualquer dúvida, que Fernando Barão foi o elemento com mais importância e peso  cultural da SCALA.

O crescimento  e a abrangência que se deu nos primeiros dez anos (impensável para muitos...)  de vida da SCALA, devem-se muito a ele. À paixão pelas coisas da cultura ele somava uma série de atributos humanos, que conseguiam conquistar gente de quase todas as áreas das artes e letras.

O que poderia ser uma simples Sociedade Literária (a maior parte dos fundadores estava ligada ao mundo das letras), estendeu-se para as artes plásticas, para a fotografia, e para todos os géneros de cultura, ao ponto de se darem passos para a organização de uma exposição artística anual, que hoje é a nossa "Festa das Artes da SCALA" (e já vai na sua 29.ª edição...).

O seu carisma, aliado à vontade de fazer, de criar, conquistaram alguns bons seguidores (como foi o nosso caso), porque finalmente tinha uma Associação apenas Cultural (sem o desporto e o recreio a confundir as coisas), para aproximar a cultura das pessoas, para que se tornasse mais fácil pensarem pelas suas cabecinhas. E depois tinha outra coisa muito importante, além de "influenciador", era um "facilitador", no que existe de melhor nesta palavra. Sempre que podia, tornava o difícil fácil, desarmando os "velhos do restelo" (que andam sempre à nossa volta), que preferiam o comodismo à activismo.

O Fernando, além de todas estas coisas, tinha ainda uma grande generosidade. Gostava de surpreender, ensinar e divertir os outros. Mesmo as anedotas que tanto gostava de nos oferecer, muitas vezes tinham uma importante componente social.

Provavelmente as "Tertúlias do Dragão" são aquilo que mais lhe conseguimos colar à pele, por tudo o que elas tiveram de positivo junto de muitos de nós: a oferta de cultura com a possibilidade de convivermos, sempre num ambiente de grande amizade e companheirismo, e até de cumplicidade.» 

Nota: texto publicado inicialmente no blogue da SCALA, o primeiro da série "Gente da História da SCALA", nas comemorações do 30.º aniversário da Associação.

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

"Ter a mesma 'ideologia cultural'..."


«Estou a preparar uma intervenção, de homenagem a um amigo. Quero fazer algo diferente, quero conseguir transmitir a imagem de alguém para quem a cultura era o motor de quase tudo na vida. E por conhecer as nossas muitas limitações, foi sempre um "farol cultural".

Ele acreditava no que Vergílio Ferreira escrevera um dia (e antes dele outros...), que "A Cultura só se aprecia, depois de se ser culto". Foi por isso que deu muitas "aulas" de cultura, nas muitas colectividades que passou durante a sua longa vida, com pequenos ensinamentos e exemplos retirados no nosso dia-a-dia, oferecendo pequenas pistas de livros que se deviam ler. 

Tinha uma grande bagagem cultural porque gostava de tudo, de literatura (de ler, escrever e contar...), de teatro (de ver, de escrever e de fazer...), de cinema (aqui era mais ver...), de música (mesmo sem ser um afinadinho gostava de cantar - fez parte de um grupo de canto coral - e de tocar a sua harmónica), e de fotografia (chegou a ser premiado em salões de fotografia...).

E tinha uma coisa muito importante, fugia da "cultura chata", aquela que podia dar sono ou fazer com que as pessoas estivessem nos sítios sem lá estar. Tinha a percepção de que que o começo de tudo devia ser agradável, desde os livros até ao teatro ou cinema. Não se podia começar pelas obras mais difíceis de entender, que mais nos obrigavam a pensar. Essas ficavam para depois de se gostar...

Acho que fomos grandes amigos por partilharmos a mesma "ideologia" cultural e gostarmos de espalhar e partilhar as coisas boas de que gostávamos...»

(Fotografia de Elsa Carvalho - Cacilhas)

(Texto publicado inicialmente no "Largo da Memória")


quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

"Fernando Barão a SCALA e as suas Gentes"

 


Esta exposição, pode-se dizer que foi uma daquelas loucuras que nos passam pela cabeça, sem pensarmos bem onde nos estamos a meter...

Só quando começámos a procurar, a escolher imagens, é que percebemos a "grandiosidade" do número 100.

E agora o mais importante é aparecer e ver...

Todos aqueles que acompanharam o Fernando Barão na sua passagem pela SCALA, que ajudou a fundar em 1994 (festeja 30 anos neste ano de Centenário...), estarão presentes, aqui e ali, neste conjunto de fotografias e imagens, "Fernando Barão a SCALA e as suas Gentes".


O prometido "Largo Fernando Barão" tornou-se realidade

Depois do "Largo Fernando Barão" ter sido anunciado para Cacilhas, num lugar bastante feliz (no "Largo do Bombeiros Voluntár...