um blogue que homenageia e recorda uma das grandes figuras de Cacilhas do século XX
sexta-feira, 11 de outubro de 2024
quinta-feira, 10 de outubro de 2024
O livro, por fora e por dentro...
Por fora, acaba por ser mais simples (a capa e a contracapa...), a capa é viva e cheia de cor graças à aguarela de Mártio, com um motivo actual do Largo de Cacilhas, com a presença dos dois "autores". A contracapa tem uma fotografia de Luís Eme e um texto de Ermelinda Toscano.
Mas vamos lá ao interior, ao indice:
Começa por ter a apresentação feita pelo autor (cada vez menos adepto de prefácios...), depois fala da infância e da família de Fernando Barão; segue-se o Associativismo, a parte maior do livro, tal foi a sua importância na vida do Fernando, com passagens por todas as suas colectividades; não menos importante foi a Cultura (a que tentou fazer nas suas colectividades e a outra, de cariz mais individual, mesmo que tenha sido feita sempre a pensar nos outros (a fotografia e os livros); ainda dentro da cultura mas com abordagens individualizadas, seguem-se o jornalismo, a literatura; não menos importante é a política (pela forma aberta com que fala de tudo e de todos) e depois os lugares da sua vida.
Seguem-se alguns anexos, com uma relevância biográfica assinalável: "Retrato cronológico de uma vida"; "Currículo literário"; "Currículo associativo"; "Galardões e homenagens".
E depois acaba da melhor maneira, com os testemunhos da filha, do genro e dos netos do Fernando, usando o título da homenagem do Centenário, "100 Anos e Sempre Barão".
terça-feira, 8 de outubro de 2024
"Fernando Barão: (Quase) Tudo o Que Vivi"
Conversas que depois foram complementadas por duas entrevistas anteriores (uma delas publicada no boletim "O Scala"), por artigos publicados na imprensa local, em boletins associativos e ainda algumas das histórias pessoais, presentes nos seus livros.
Isto aconteceu porque apesar de ter ainda uma boa memória aos 94 e 95 anos, surgiam sempre algumas dúvidas, nas viagens que fazia pelo passado, pela história das suas colectividades, e claro, da sua vida. Era o próprio Fernando, que sugeria a consulta dum ou outro livro. Ou a conversa com uma ou outra pessoa, que também tivesse sido "actor", num ou outro acontecimento.
(Fotografia tirada em 2019, meses antes de nos deixar, durante uma das últimas entrevistas...)
domingo, 6 de outubro de 2024
sexta-feira, 4 de outubro de 2024
Os 176 anos da Incrível Almadense
São muitos anos a dar música, recreio e cultura a Almada, desde a pequena Vila à hoje grande Cidade.
Fernando Barão sempre sentiu uma ternura e um respeito muito grande pela "Sociedade Velha", que continua a ser, o que sempre foi, a Catedral do Associativismo Almadense.
Foi com grande orgulho que foi diversas vezes o seu Presidente da Mesa da Assembleia Geral. E é seu sócio honorário.
Nesta fotografia (cujo autor desconhecemos, embora possa ser da autoria de um destes dois Incríveis, Vitor Soeiro ou Júlio Dinis) Fernando Barão está na companhia do grande historiador da nossa Incrível, António Henriques.
terça-feira, 1 de outubro de 2024
Depois do folheto de março vem aí o livro em Outubro...
E agora, em Outubro, será tempo da apresentação de um livro diferente, em que é o próprio Fernando Barão que conta a história da sua vida, num conjunto de várias conversas com o amigo Luís Alves Milheiro.
sábado, 21 de setembro de 2024
Fernando Barão e "O Scala"
Ao longo das suas mais de cinquenta edições, foi a terceira pessoa com mais textos publicados (na maioria notícias sobre eventos, aquilo que poucos gostavam de fazer, por falta de jeito e de vontade...). Só Luís Milheiro e Diamantino Lourenço é que escreveram mais que o nosso "Barão de Cacilhas".
Em parte a escrita nos boletins das suas colectividades, foi a continuidade do trabalho de excelente cronista, que tanto deu nas vistas no "Jornal de Almada", nos anos sessenta e setenta do século passado.
domingo, 15 de setembro de 2024
Fernando Barão: júri do Concurso de Fotografia "Almada a Terra e as Gentes"
Após a terceira edição (Cacilhas, Almada, Caparica), o grupo que desenvolvia o projecto pediu a demissão.
A SCALA, ciente da importância desta iniciativa, uniu-se e fez esforços para que esta tivesse continuidade e visitasse as Freguesias que faltavam (Charneca de Caparica, Costa de Caparica, Cova da Piedade, Feijó, Laranjeiro, Pragal, Sobreda e Trafaria).
Felizmente, conseguimos levar a tarefa a bom Porto.
Fernando Barão, além de ter dado um apoio inexcedível à continuidade do Concurso, foi membro do júri em seis das suas edições.
terça-feira, 10 de setembro de 2024
Fernando Barão e o "Prémio Scalano"
Todos nós ficávamos com a sensação de que a principal razão para estas atribuições, era possuir o cartão de militante PCP. Até mesmo alguns amigos comunistas se insurgiram, aqui e ali, com esta dualidade de critérios.
Esta terá sido a principal razão para o Fernando Barão apresentar a proposta do "Prémio Scalano", numa reunião de Corpos Gerentes da SCALA, a existência de um Prémio completamente independente, do poder político ou de outro poder qualquer.
A proposta foi bem acolhida e teve como primeiro vencedor, Manuel Cargaleiro (2000). Foram também premiados Alexandre M. Flores (2001) Joaquim Benite (2002), Adelino Moura (2003), Aníbal Sequeira (2004), Louro Artur (2005), Alexandre Castanheira (2006), Luís Barros (2007).
O "Prémio Scalamo" não teve continuidade, porque não se adquiriram novos troféus. Claro que houve outro problema, nunca se conseguiu despertar o interesse dos associados da SCALA pela iniciativa. As propostas apresentadas, além de reduzidas, tiveram quase sempre os mesmos proponentes, como foi o caso do Fernando.
Isto acaba por "matar" qualquer prémio, por mais bem intencionado que ele seja...
(Fotografia de Luís Eme - Cerimónia de entrega do Prémio a Joaquim Benite)
quinta-feira, 5 de setembro de 2024
Recordar as "Tertúlias" em Setembro...
E estamos em Setembro...
Normalmente era o mês do regresso às actividades culturais no seio da SCALA.
Quando organizávamos as "Tertúlias do Dragão", havia sempre alguma expectativa e muita vontade de nos voltarmos a encontrar e conviver, sempre com a cultura à nossa mesa.
O Fernando além de ter sido o "pai" das "Tertúlias", também deu um forte contributo para o memorável ambiente familiar que se viveu durante mais de uma década no primeiro andar do Café "Dragão Vermelho".
Os convidados eram importantes, mas ainda mais importantes éramos, nós, que fazíamos parte da "família tertuliana".
Desta vez não vou falar em nomes. Falo apenas do Fernando e da Isabel.
(Fotografia de Tito Banza)
O prometido "Largo Fernando Barão" tornou-se realidade
Depois do "Largo Fernando Barão" ter sido anunciado para Cacilhas, num lugar bastante feliz (no "Largo do Bombeiros Voluntár...
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Apesar da nossa Selecção jogar a meio da tarde de sábado, com a equipa da Turquia, para o Campeonato da Europa, houve vários amigos que se d...
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Luís Milheiro fez um pequeno caderno, "As Artes (e as manhas) dos Quinze Fundadores da SCALA", ainda relativo ao 30.º aniversário ...





